TRANSTORNO

DE

PERSONALIDADE ANTISSOCIAL

Bruno Santos, Kaoma Carvalho, Lucas Silva, Melissa Rodrigues, Mickaelly Dourado, Ryan Souza

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Explicação fisiológica do TPA

Explicação fisiológica do TPA

O dizer para explicar o TPA em uma ótica fisiológica sugere que os pacientes que possuem algum tipo de transtorno são neurologicamente subestimulados, ou seja, é usados para explicar uma falta relativa de ansiedade em pessoas que apresentam o transtorno. Dentro desse contexto, possui também outros tópicos importantes nos quais se apoiam em estimulações ou anomalias e em como as mesmas se relacionam com o TPA.

Estimulação eletrocortical

Usando uma linguagem de fácil absorção, a estimulação eletrocortical é a análise dos níveis de atividade elétrica no cérebro, mais específico na região do córtex cerebral onde estudos mostram que pessoas que apresentam o transtorno de personalidade anti-social mostram uma alta incidência de anomalias EEG. Utilizando os mesmo dados das estimulações, é examinado a prevalência e a natureza das anomalias eletrocorticais observadas em uma pessoa com TPA e logo é analisado em parte significante relacionadas aos sintomas dos pacientes.



Anomalias EEG

Dentro do quadro de pacientes que apresentam TPA e realizam estudos sobre os mesmos, apresentam alta incidência de anomalias EEG de neste mesmo quadro observam que há duas anomalias específicas identificadas nos eletroencefalogramas. A primeira é a presença de quantidades incomumentes elevadas de ondas lentas. As ondas lentas refletem um estado mais baixo de estimulação cortical e estes achados formam uma base para a inferência de que as pessoas que sofrem de TPA em de subestimulação cortical sejam analisadas e diagnosticadas.

O segundo tipo de anomalia que é apresentado nos eletroencefalogramas é chamado de espícula positiva. Durante as ondas lentas, alguns pacientes apresentam eclosões súbitas de atividade eletrocortical. Podem tratar de picos de agressividade, tristeza ou pensamentos agressivos.

Relacionamento de anomalias EEG com o comportamento

Em uma tentativa de identificar as possíveis conexões entre EEG de algumas crianças novas, para quem as ondas lentas e espículas são normais, buscaram uma similaridade que levou a hipótese que as pessoas são com TPA sofrem de desenvolvimento cortical retardado e que o desenvolvimento cortical retardado é responsável pelo comportamento infantil como o egocentrismo, impulsividade e a incapacidade de adiar gratificações.

Uma explicação mais específica é de que as anomalias EEG observadas em pacientes com TPA refletem uma disfunção do sistema límbico, um sistema que desempenha um papel importante na regulação das emoções.

Fica claro que a partir da premissa precedente que muitas pessoas com TPA apresentam sinais de problemas eletrocorticais e a maioria dos problemas envolve subestimulação cortical. Ademais, foi demonstrado que aumentar e reduzir a subestimulação conduziu, respectivamente, a redução e aumentos nos tipos de comportamentos associados ao transtorno. Os mesmos apontam para uma base fisiológica para alguns casos de TPA.

 




Fatores de risco e prognóstico fisiológico


Transtorno da personalidade antissocial é mais comum entre familiares biológicos de primeiro grau daqueles que têm o transtorno em comparação com a população em geral. O risco para familiares biológicos de mulheres com o transtorno tende a ser maior do que aquele para familiares biológicos de homens com o transtorno. Familiares biológicos de indivíduos com a doença têm ainda risco aumentado de transtorno de sintomas somáticos e por uso de substância. Dentro de uma família na qual um membro apresenta transtorno da personalidade antissocial, os indivíduos do sexo masculino têm mais frequentemente transtorno da personalidade antissocial e por uso de substância, ao passo que os do feminino apresentam com mais frequência transtorno de sintomas somáticos. Nessas famílias, no entanto, há prevalência aumentada de todos esses transtornos em ambos os sexos em comparação com a população em geral. Estudos sobre adoção indicam que fatores genéticos e ambientais contribuem para o risco de desenvolvimento do transtorno da personalidade antissocial. Tanto filhos adotivos quanto biológicos de pais com o transtorno têm risco aumentado de desenvolver transtorno da personalidade antissocial, transtorno de sintomas somáticos e transtornos por uso de substância. Crianças que conviveram algum tempo com os pais biológicos e depois foram encaminhadas. (DSM-5).

 


 


 

 


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